2007/03/15

Samarkanda


Se sonho com lágrimas que se escapam dos teus olhos, interrompo subitamente essa vaga de água salgada: saco de um mapa, salto uma linha, aponto para um ponto e encontro a minha bicicleta perdida numa cidade fantasma.

É como se eu estacionasse a minha vida temporariamente numa qualquer garagem disponível e sem espelho retrovisor para ver o que se passa nas minhas costas.


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