Mostrar mensagens com a etiqueta Equilíbrio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Equilíbrio. Mostrar todas as mensagens

2008/12/30

Suspenso em Dezembro

Neste ano que está prestes a terminar, parece que fui sempre posto à prova não sei bem do que. Fiz muitos trabalhos, TPCs, exames e testes, numa espécie de avaliação contínua que, até hoje, ainda não sei o resultado, como se os meus professores fossem todos uns preguiçosos que não corrigem as avaliações a tempo e horas. Já tive mais certezas quanto a obter uma boa média com um desvio-padrão baixo. Hoje, 30 Dez, não sei se me safarei com 10, correndo o risco de chumbar o ano.

2008/07/01

A Fronteira (Esponjosa) da Ciência


É interessante meditar sobre a nossa incapacidade de governar o que nos governa. A nossa máquina cerebral, ou seja, esta coisa que temos no topo do nosso corpo, com cerca de 1 kg e tal de peso, com um aspecto interno de nhaca, aspecto esse igual entre todos os outros, é efectivamente moldada de contornos muito subjectivos onde ou conseguimos aceitar a realidade ou a deformamos ou a ampliamos. Assim como há cérebros impenetráveis, há tecidos misteriosos e há funcionamentos verdadeiramente traumáticos.

Há vertigens que não me fazem compreender o mal que querem fazer.

2008/06/08

Calai-vos e Deixai-me Sonhar Esta Noite

Video Credits: EpochalProductions @ youtube.com

"Shut Up I Am Dreaming Of Places Where Lovers Have Wings", pelos Sunset Rubdown, extraída do álbum 'Shut Up I Am Dreaming'. Um dos temas para brilhar hoje no concerto dos canadianos Sunset Rubdown, na ZdB, em Lisboa. Outro dos temas, mais um daqueles que me faz chorar, "The Men Are Called Horsemen There", em audição por este blog, nesta data. Para quem quiser ouvir um dos temas mais tensos dos últimos tempos, é só carregar, via side-bar deste blog, no botão play.

Os Sunset Rubdown lançaram em 2007 um daqueles que foi por mim considerado como um dos melhores álbuns do ano: 'Random Spirit Lover'. Mais informações sobre os Sunset Rubdown, via Kraak FM <'+++<, podem aqui ser recolhidas.

Ai deles que não toquem aquelas músicas. Prevê-se hoje mais uma catarse na ZdB.

2008/05/03

Cheers!


Eu nada sou... cabeleireira curta, parte dela branca como a neve. A sua brancura pode reflectir-se na minha relativa alegria que pode abranger muita coisa, quanto mais não seja porque há outras pessoas que bem se encontram e esta felicidade é a mais importante, apesar das minhas dificuldades exteriores no longo e estreito corredor que percorro.

Revelo-me relativamente alegre porque felizmente, e tal como esperava, inveja e ciúmes não se prendem no meu coração e não invadem a minha alma, como se estivesse num inferno sepulcral criado por terceiros.

Preocupar-me comigo mesmo é tão desinteressante como os flocos de neve que caem e se dissolvem antes de tocarem alguma coisa... pois até a simples neve pode ser tipificada: a que se acumula e a que se dissolve.

À tua!

[photo by Michal @ Praga (CZ), 25 Abr '08]

2008/04/17

Xeque ao Rei


Os corações das cidades recordam-me outros portos, nostálgicos, onde os tempos modernos ainda permitiam alguma harmonia. O porto, esse era e ainda é pequeno. Um cenário vivido intensamente onde se desenrolavam diálogos a dois cujas testemunhas eram as paredes com azulejos pintados de castanto claro, as plantas ora verdes ora amareladas pelo sol e as janelas que se escondiam por trás de uns cortinados também claros.

Portos intemporais, recatados, povoados pela calma transmitida pelas cores, pelas frutas na mesa presentes, pelos olhares de conforto que só sentimos em casa. Tudo acompanhado com um bom café que através da sua suave e espumante alegria líquida se derramava por estas palavras.

2008/01/24

As Folhas Voltam a Cair em Setembro

Será a natureza humana equilibrada ou morta? Por mais que se busquem os verdadeiros conceitos da real Natureza, não conseguimos manter neste universo uma harmonia do princípio ao fim. Andamos a fingir que somos uma semente. Aliás, temos a pretensão de o ser. O que vale é que isto não é pior porque, tal como os predadores dão cabo de inúmeros rebentos que caem ao chão, outros impedem o nosso crescimento enquanto sementes. Assim continuamos a pensar que temos o nosso lugar no Universo.

Visto assim, parece que a nossa natureza é realmente equilibrada.

2005/03/15

Fui

eu que quis vir até aqui, decidi, não me arrependo. O que tem de maravilhoso tem de assustador, equilibradamente. Mostra e expõe os dois lados da vida para quem os quer ver. Nada do que é humano está decidido, esteve alguma vez decidido, é um enigma, um futuro. Lembro-me uma última vez de coisas que vou esquecer, que preciso esquecer para continuar. Outras ficarão guardadas no meu sangue.

(Paixão, Pedro in "PortoKyoto")