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2007/08/01

O Poder de Nada Fazer


Eu tenho colegas que passam a vida ocupados sem ter nada o que fazer. Entenda-se por "nada que fazer" aquilo que por vezes pode também ser conotado com "empatas". Mails que retornam passado não sei quanto tempo com respostas do tipo "nin", "explica-me outra vez", carregados de lirismo e drama do tipo como se me sentisse ameaçado pelos resultados operacionais da empresa.

Voltas e voltas ao cartório, como se num kartódromo se tratasse a ligeireza com que se governa uma casa.

Não há dúvidas que o veneno continua a ser aquele veículo mais eficaz para determinadas situações. A História comprova-o.

Qualquer dia vou para o mercado vender ovos. Com cianeto e sem salmonelas.

2005/11/21

Parabéns, Random


Na floresta do mar, ao som de uma qualquer música moderna, nascem livros de jovens palavras que iluminam as imagens das sombras e que num casual jogo de luzes dão côr às folhagens fustigadas pelos ventos de outono.

    Ler, abrir, fluir, ouvir, captar a suavidade dos sons. Descodificar a informação de um ovo azul que canta com mar, com verde, com garra sobre um tronco que se solta de uma jangada.

      Palavras que se encontram nas espumas e despontam como numa cascata onde encontras o presente, livre e jovem. Nesta harmonia marítima, deixa-me acrescentar mais 2 palavras à tua navegação: FELIZ ANIVERSÁRIO, Monga!