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2007/06/10

Prozac Para os Portugueses


Quase 500 anos depois, pergunto-me se haverá ainda alguma praia lusitana onde nunca tenhamos posto os pés. Perigos? Muitos. Ainda hoje. Guerras? Recentes, infelizmente. Marcadas ainda na memória de muito boa gente ainda presente neste mundo. Gente Remota? Pois claro... Se até o Salazar foi referido na Bélgica pondo a descoberto a comunidade portuguesa como uma espécie de gente contraditória (como é possível ter sido eleito a primeira figura portuguesa de sempre? - facto que não entra na cabeça de muitas pessoas -), não admira que, na sua época, Camões tentasse espalhar um pouco da sua arte, como se já nessa altura, este país não fosse um verdadeiro bordel.

No Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas, fica para mim um cravo pela liberdade, um abraço de esperança e um sopro de futuro.

É o que a minha força humana consegue expressar neste momento. Sem Prozac.


[inspirado no Canto I d'Os Lusíadas, por Luís de Camões]