2008/07/09
2008/03/24
A Peixona Servida ao Jantar
Só que os gatos mais velhos, por serem mais velhos e por já terem mudado muitos pneus, ladram como os cães e sabem farejar de forma sábia como alcançar a sua subsistência.
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22:33
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Tags: A Supervisor, Anytime, Bitx, Dignidade, Gatos, Gente Parva, I'm the Drug, Nightjoy, Pensamentos, Poda, Recados, Se Fosses à Merda
2008/03/12
O Tacto do Espírito
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13:03
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Tags: 100% Bio-Desagradável, A Louca, Argh, Filha da Putice, Gente Parva, Mau Cheiro, More Than This, P'ró Catano, Psiquiatria, Recados, Se Fosses à Merda, Strefa, Supostos Amigos, The Pills Won't Help You Now
2008/03/10
Fotografar a Dor de Cabeça
Na realidade, eu hoje queria escrever outro post. Mas acho que ainda não me sinto preparado para tal, porque na realidade não sei como o vou escrever.

Olha, até lá, vou tentar fotografar a dor de cabeça. Alguma sugestão? Eu desde já, deixo a sugestão para recordar "Headache" de Frank Black, do álbum 'Teenage of the Year', de 1994. Uma delícia, era pós-Pixies! :)
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23:34
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2008/03/02
As Perguntas Parvas
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20:23
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Tags: Azia, Boçalidade, Figos de Piteira, Gente Parva, Love and Death, TV Rural
2008/01/01
A Racha na Minha Cabeça
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23:53
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Tags: Ano Novo, Cinismo, Gente Parva, In Suburbia
2007/10/19
Alguma Inteligentzia Lusa
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21:10
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2007/07/23
As Funções da Tromba
Só que muitas vezes, a lata utilizada por alguma gente boa da nossa praça resulta em disfunções bacocas e embaraçosas para essa mesma gente. Para estes aviso que os elefantes também usam a tromba como tubo de respiração.
Eu não tenho tromba, mas acho que também não preciso de uma pois ainda acredito no meu radar que detecta e separa rapidamente o trigo do joio (esta expressão é um bocado cliché). A minha cara trombuda é perfeita para atirar ao ar os que não interessam.
[photo by Kraak/Peixinho @ Antuérpia, BE, 10 Jul '07]
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14:29
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2007/03/27
A Degradação
Caminharão sobre pregos? Sim, e eu sou um delinquente.
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21:51
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2007/03/01
Café com parvos
2007/01/08
Vi-te mas não te vi
Para onde irias? Para o Nada.
Ao princípio ainda pensei em dizer "olá", mas felizmente arrependi-me de imediato em tal pensamento.
De onde virias? Talvez de um Azul muito Escuro, embora o teu sorriso fosse forçado, comprometida que parecias estar.
Não sei porquê, vi-te, mas na realidade não te vi.
Gosto das pessoas que passam por nós e fingem ignorar-nos, sem nenhum motivo aparente.
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23:17
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2006/12/25
10000 linhas de sms's da treta
Não é a primeira vez que esta música aparece neste blog. O seu título serviu-me para, 10 meses atrás, andar a divagar através deste post. Hoje, quase 1 ano depois, ela volta a adaptar-se à Quadra Natalícia. Uma época um pouco cínica, especialmente quando estamos à janela das casas onde as pessoas, supostamente, estão alegres a confraternizar em família o Natal. Na realidade, estão a apanhar uma grande seca.
Mas, se hoje em dia, pintamos o futuro, desde os nossos quartos, com todo o progresso tecnológico que o mundo nos oferece, só queria deixar aqui expresso que acho esta ceninha dos sms's natalícios uma coisa mais que sintética e que permite encher os bolsos dos patrões das operadoras móveis. A questão é que os fios à solta pelo chão e os cabos existentes nas paredes das nossas casas permitem que saiamos limpos de tudo o que fizemos ao longo do ano e de uma forma cínica e indirecta mandamos mensagens de amor e fraternidade pelas antenas espalhadas pelos telhados das nossas casas, do tipo: "não quero falar contigo, por isso leva lá com o sms".
É fácil. A receita já está nos sites oficiais das operadoras móveis: é só escolher o modelo e fazer "send". Não é preciso dar a cara, quero dizer, dar a voz. Assim quem recebe as mensagens pode ver no que elas, as que enviaram, se tornaram: pouco sol, apenas algumas radiações.
A chatice é que elas têm o teu nome e o teu número de telefone. Tu é que já não tens os respectivos gravados no teu telemóvel. Eu deveria aprender a estar calado, mas nesta vida já aprendi algumas coisas, sobretudo em não ser um mero acessório de encenação teatral, como se estivesse a falar de papel de cenário.
Entre todas as mensagens que recebi, quase nenhuma delas original, quase nenhuma delas escrita pelo punho do remetente, quase nenhuma delas pensada e adaptada para quem se dirigia, a que leva o prémio da piroseira/bimbice é a que se segue (recebi a mesma mensagem duas vezes por dois remetentes diferentes):
"Um dia um sábio disse: 'A riqueza de um Homem mede-se pela quantidade de amigos...' Obrigado por fazeres parte da minha fortuna..." - ARGHH! - God damn it!
E aqui a mensagem mais original deste Natal: "Yo ho ho, bom Natal, mesmo que tal implique substituir a patanisca pelo bacalhau. Cya ;)"
Thousands of eyes live in our walls.
And now they can see just what we've done (oh no)
Now they can see what we've become
No sun. Just radiation here. Get it by the lungful.
No time. No way to count the years.
Except by the creaking sounds in your bones"
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16:38
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2006/11/16
Desabafa Comigo: Hoje, Os Porcos
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13:15
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2006/10/05
Sociedade utópica
O mais curioso é quando as pessoas pensam e dizem coisas "horríveis" e julgam estar a ser agradáveis. Mas que seca! Esta gente já cheira mal. Provincianas. "Baza daqui e vai ser simpática com outro gajo qualquer."
Ontem disseram-me que eu parecia um garoto (fiquei bastante satisfeito) e que não podia ser (fiquei bastante furioso). É preciso aparentar a idade que tenho. A cabra, por outro lado, aparenta ter mais 10 anos que a verdadeira idade que tem registado no BI.
Por estas e por outras que curto a madrasta e as meias-irmãs da Cinderela, a bruxa que quer envenenar a Branca de Neve, o lobo mau que se disfarça de avózinha do Capuchinho Vermelho, o Coiote e o Tom.
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19:48
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2006/04/27
25 Abril, #2
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20:08
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2006/04/15
Pesadelo Desnecessário
As receitas querem ser multi-usos. Os materiais pretendem ser multi-funcionais. As pautas assimilam sempre a mesma música. As pessoas esquecem-se do intenso prazer com que se pode viver! Há uma (in) finita possibilidade de hipóteses, resta saber combinar bem as alternativas, bastando apenas mudar este ou aquele ponto, transformar este ou esse acessório, introduzir algum humor e/ou algum amor e seguir.
Não há paciência é para cinismos, aproveitando a época Pascal. Não, é que há pessoal que tem uma lata tamanha que nem se dão conta do ridículo. Cortei, maltinha.
Hey? Hello? Wake up! I'm away on the other side of the way :P
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2006/03/24
O Noivo Corno e a Noiva Galdéria
Os corredores do local de trabalho, os elevadores que nos levam de baixo para cima, os balcões de um café onde as pessoas se acotovelam chateadas pelo tempo que está no exterior.
O que há de interesse quando alguém diz: "Bom dia. Bom dia não, mau dia." ? Pode alguém afirmar pela negativa? O facto de estar mau tempo significa que não se deseje um bom dia às pessoas?
Lamento, mas não posso ajudar. Não me dirijam a palavra porque não sei fazer um monólogo a dois. Será por indiferença ou será por desinteresse? Se me calo, parece que estou a mudar a côr dos meus pulmões. Para preto. A queimá-los. Mas... e se não me calo? Não sei se isto é uma tragédia ou um pecado.
- "Que belo casamento. É pena a vergonha que foi o dia da boda porque o noivo não passa de um corno..."
Será que alguém o pode ajudar? Ou ajudar a galdéria da noiva?
O tempo hoje esteve decididamente sarcástico connosco. De qualquer forma as gotas da chuva caminham vestidas de branco.
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00:18
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2006/03/15
Isaura ou o Maná no Deserto
Devasta e recoloca. Abre a porta: mas, a porta de correr, e prolonga o corredor como se o espaço e o momento permitissem a negação da tua própria inteligência. Tipo "sou o (a) teu (tua) escravo (a)". Qual o motivo? Não há. Sou e pronto.
Agora em vez da banheira quero um roupeiro. E depois quero uma sala em vez de um estábulo. Eu sei: quando quiseres deitar-me para o lixo, eu vou junto com a corrente, pelo cano do esgoto até ser impedido de continuar o caminho, por um qualquer dique holandês.
Como é possível valorizar o original e restaurar o que se degrada? Não será seguramente a subtrair o espaço disponível em favor de outros programas duvidosos: passa por arrumares as ferramentas e dedicar-te à criação de animais.
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2006/03/05
Ser e Estar
Espaços amorfos, com muito pouca história, alguns complementos pouco estéticos, mas que nunca ganharam personalidade, autonomia ou expressão própria. Objectos resguardados dos olhares, tal como algumas máquinas encastradas nas cozinhas.
O espaço é pequeno, mas foi agradável. As pessoas mínimas, mas funcionais, tais como as máquinas encastradas significam mais espaço e melhor arrumação. Como as pessoas que não estiveram, mas já foram.
Estou cansado, se não se importam.
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2006/01/16
A experimentar números
-Está? Já fizeste o que te pedi ontem?
-Sim. Tudo tratado.
-Pois então, destrata porque há opiniões contrárias.
É a aproximação do carnaval que faz com que não levemos a mal determinadas atitudes. Eu vou aparecer vestido de índio ou talvez de homem-aranha porque a elasticidade que esta personagem possui, permite que eu me converta num fiel pagão, semi-pronto para subir ao alto de uma montanha, não para recitar poemas, mas sim para cuspir fogo sobre essa classe, que até as folhas varridas de um outono acabado se riem, mesmo já mortas.
Eu também poderia ser como as putas do SinCity. Sem chaves, à procura de uma lareira para aquecer os pés, sabendo o que fazer sem o terem aprendido na escola. Demasiadas felinas para um único domador.
Dizei-me vós, estranhos colegas, porque está o meu espírito profissional como um jogo de sudoku desde Outubro de 2004? Eu sei a resposta. Nem conseguem sequer perceber as regras do jogo, quanto mais fazer um joguito Nível 1 (Muito fácil). E então, embora experimentar todos os valores possíveis!
É como apanhares um elevador para o último andar e entrarem uns pacóvios que não sabem para onde querem ir e carregam em todos os andares.
Qualquer dia perco a paciência e desmascaro o que de tenebroso existe pelas cabeças pensantes daqueles que supostamente tentam poupar o dinheiro implicitamente pago por 6 milhões de portugueses. Já faltou mais.
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