Fixo-me
Nem sempre a inspiração bate à nossa porta. Nem sempre há palavras bonitas para serem aqui escritas.
Nem sempre há faces de jeito para serem fotografadas...
[Monga Kraakinho @ Coaquaddus, Sardenha (I), 2005.09.08 ]
Mas os anjos que pelos meus ossos fortificam o meu cálcio, o café que a uma temperatura elevada aquece a minha alma dizem-me que ouviram uma chamada com sabor a pássaros a cantar. Fixo-me nas minhas frases, embora não encontre muitas palavras. O dia deita-se à minha frente e eu... só quero é ir para casa, a cantar. A acreditar na música que canto. Elevar-me ao topo dos sons, da dança e do ritmo. E da mente.
Bom sentir o meu final target.










